As 42 (Quarenta e duas) Estações no Deserto
Sumário
1- Jornadas e Estações
2- Além das Jornadas há também Estações
4- As Jornadas e Estações e o Quebrantamento do Ego
5- Características Explicativas
6.1- Prova 01: Situações Esquisitas
6.2- Prova 02: Julgado pelas Aparências
6.4- Prova 04: Vergonha Pública
6.5- Prova 05: Sofrimento Longo e Silencioso
Jornadas e Estações
Na vida cristã individual como na vida cristã Corporativa da Igreja existe uma progressão espiritual, semelhante a progressão da revelação de Deus através da história de Seu povo.
É uma progressão coletiva e profética que vai se dando por etapas, jornadas, de acordo com a maturidade espiritual de Seu povo, a Igreja, assim como sucedeu ao povo de Israel quando peregrinava no deserto.
“E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar. E não nos prostituamos, como alguns deles fizeram; e caíram num dia vinte e três mil. E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes. E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor. Ora tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso para quem já são chegados os fins dos séculos.” I Co 10:6-10
Portanto, o que aconteceu com Israel no deserto não era somente para que nós conhecêssemos a história e pudéssemos dizer: puxa que história, mas disséssemos também: mas isto não te nada haver comigo! Não. O Senhor providencialmente estava dizendo que aquelas jornadas produziam um exemplo, quase que profético, para nós.
“Porque tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.” Rm 15:4
Por isto devemos observar todos os detalhes; tantos quantos o Senhor nos revelar. Eles são altamente instrutivos e podemos aprender muito com tudo isto.
“Estas são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egipto, segundo os seus exércitos, pela mão de Moisés e Arão. E escreveu Moisés as suas saídas, segundo as suas jornadas, conforme o mandado do SENHOR; e estas são as suas jornadas, segundo as suas saídas.” Nm 33:1-2
Observe que o Senhor fala no plural, não no singular. Devemos ter em conta que tudo o que foi escrito foi inspirado pelo Espírito Santo e, portanto, tem alto conteúdo cada pequena expressão. Devemos estar atentos.
A expressão “As jornadas” está no plural porquê de todas as maneiras o andar em uma jornada implica em que você está em um processo. De um local a outro local, de um ponto a outro ponto, de uma situação a outra mais avançada.
“Estas são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egipto, segundo os seus exércitos, pela mão de Moisés e Arão. E escreveu Moisés as suas saídas, segundo as suas jornadas, conforme o mandado do SENHOR; e estas são as suas jornadas, segundo as suas saídas.” Nm 33:1-2
Interessante a forma pela qual está escrito esta parte do texto. Há um intercâmbio: “as suas saídas, segundo as suas jornadas” e “ as suas jornadas, segundo as suas saídas”.
ISTO NOS DIZ QUE CADA JORNADA É UMA SAÍDA DE ALGO E UMA ENTRADA EM ALGO NOVO.
E, PELO INTERCÂMBIO DA FALA, NOTA-SE QUE HÁ UMA MENÇÃO À JORNADA ANTERIOR E A MENÇÃO A JORNADA POSTERIOR.
E ISTO É EXTREMAMENTE SIGNIFICATIVO. ALGO VELHO SE TEM QUE DEIXAR PARA TRÁS E ALGO NOVO DEVE VIR.
Todas estas jornadas significam diversas experiências às quais se indicam pelo nome dos respectivos acontecimentos a elas associadas.
“Partidos, pois, os filhos de Israel de Ramessés, acamparam-se em Sucote.
E partiram de Sucote e acamparam-se em Etã, que está no fim do deserto.
E partiram de Etã, e voltaram a Pi-Hairote, que está defronte de Baal-Zefom, e acamparam-se diante de Migdol.
E partiram de Pi-Hairote, e passaram pelo meio do mar ao deserto, e andaram caminho de três dias no deserto de Etã, e acamparam-se em Mara.
E partiram de Mara e vieram a Elim; e em Elim havia doze fontes de águas e setenta palmeiras, e acamparam-se ali.
E partiram de Elim e acamparam-se junto ao mar Vermelho.
E partiram do mar Vermelho e acamparam-se no deserto de Sim.
E partiram do deserto de Sim e acamparam-se em Dofca.
E partiram de Dofca e acamparam-se em Alus.
E partiram de Alus e acamparam-se em Refidim; porém não havia ali água, para que o povo bebesse.
Partiram, pois, de Refidim e acamparam-se no deserto do Sinai.
Partiram do deserto do Sinai e acamparam-se em Quibrote-Hataavá.
E partiram de Quibrote-Hataavá e acamparam-se em Hazerote.
E partiram de Hazerote e acamparam-se em Ritma.
E partiram de Ritma e acamparam-se em Rimom-Perez.
E partiram de Rimom-Perez e acamparam-se em Libna.
E partiram de Libna e acamparam-se em Rissa.
E partiram de Rissa e acamparam-se em Queelata.
E partiram de Queelata e acamparam-se no monte Sefer.
E partiram do monte Sefer e acamparam-se em Harada.
E partiram de Harada e acamparam-se em Maquelote.
E partiram de Maquelote e acamparam-se em Taate.
E partiram de Taate e acamparam-se em Tera.
E partiram de Tera e acamparam-se em Mitca.
E partiram de Mitca e acamparam-se em Hasmona.
E partiram de Hasmona e acamparam-se em Moserote.
E partiram de Moserote e acamparam-se em Benê-Jaacã.
E partiram de Benê-Jaacã e acamparam-se em Hor-Hagidgade.
E partiram de Hor-Hagidgade e acamparam-se em Jotbatá.
E partiram de Jotbatá e acamparam-se em Abrona.
E partiram de Abrona e acamparam-se em Eziom-Geber.
E partiram de Eziom-Geber e acamparam-se no deserto de Zim, que é Cades.
E partiram de Cades e acamparam-se no monte Hor, no fim da terra de Edom.
Então, Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme o mandado do SENHOR; e morreu ali, no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egipto, no primeiro dia do mês.
E era Arão da idade de cento e vinte três anos, quando morreu no monte Hor.
E ouviu o cananeu, rei de Arade, que habitava o sul da terra de Canaã, que chegavam os filhos de Israel.
E partiram de Hor e acamparam-se em Zalmona.
E partiram de Zalmona e acamparam-se em Punom.
E partiram de Punom e acamparam-se em Obote.
E partiram de Obote e acamparam-se nos outeirinhos de Abarim, no termo de Moabe.
E partiram dos outeirinhos de Abarim e acamparam-se em Dibom-Gade.
E partiram de Dibom-Gade e acamparam-se em Almom-Diblataim.
E partiram de Almom-Diblataim e acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo.
E partiram dos montes de Abarim e acamparam-se nas campinas dos moabitas, junto ao Jordão, de Jericó.
E acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas campinas dos moabitas.” Nm 33:5-49.
Observe algo. Em todas as 42 estações, eles saíram e acamparam, saíram e acamparam. Isto nos diz muito do caráter peregrino do cristão neste mundo.
Além das Jornadas há também Estações
Em Atos dos Apóstolos vemos uma expressão do Senhor Jesus Cristo quando os apóstolos lhe perguntaram se havia de restaurar o reino a Israel naquele tempo.
Ele lhes disse: “E disse-lhes: Não vos compete saber os tempos ou as ESTAÇÕES que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.” At 1:7 Assim vemos que há algo que o próprio Senhor Jesus chamou de ESTAÇÕES. A estação é um ponto especial neste processo.
Na vida espiritual se tem uma sucessão de experiências, uma sucessão de circunstâncias de tanto em tanto, que se identificam com estas jornadas, e estas são seguidas de estações. Quando se aprende algo, então é necessário avançar. Isto é o que significa “MUDAR DE ACAMPAMENTO”.
Quando Deus julga que já aprendemos uma determinada lição, então Vê que nos é necessário sair de uma estação para começar a aprender sobre a próxima. Então é hora de mudar de acampamento e começar outra jornada.
“Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” Pv 4:18. Devemos avançar pouco a pouco, não podemos estar sempre no mesmo lugar.
Efraim e Moabe
Em Oséias nos é dito que Efraim era como um “bolo/pão que não foi virado”, quer dizer, muito cozinhado, queimado de um lado, no entanto crú de outro lado.
As vezes passamos anos no mesmo local. Deus deseja nos transformar em diversas áreas de nossas vidas, mas não avançamos. Continuamos crus apesar dos anos. Parece que não aprendemos as lições. Ficamos no mesmo.
“Efraim com os povos se mistura; Efraim é um bolo que não foi virado. Estrangeiros lhe devoraram a força, e ele não o sabe; também as cãs se espalharam sobre ele, e não o sabe. E a soberba de Israel testificará em sua face; todavia, não voltarão para o SENHOR, seu Deus, nem o buscarão em tudo isso. Porque Efraim é como uma pomba enganada, sem entendimento; invocam o Egipto, vão para a Assíria.” Os 7:8-11.
O profeta Jeremias traz a mesma ideia, porém exemplificada através do vinho.
“Moabe esteve descansado desde a sua mocidade, e as suas fezes repousaram; não foi mudado de vasilha para vasilha, nem foi para o cativeiro; por isso, conservou o seu sabor, e o seu cheiro não se alterou.” Jr 48:11
Por isto Deus diz a Moabe que lhe enviará trasvasadores que haverão de romper seus odres e lhe esvaziarão. Somente assim poderá amadurecer. O sodres velhos não servem ao vinho novo.
No sentido corporativo podemos dizer que as velhas estruturas eclesiásticas não podem conter o Espírito Santo de Deus. Veja o quanto necessitamos de:
- Romper os odres velhos para dar lugar ao vinho novo.
- Ser traspassados através de novas e mais profundas experiências
- Termos nosso acampamento mudado de lugar para avançar
- Avançar para uma nova estação e começar uma nova jornada
- Deixar o lado crú que há em nós ser trabalhado, ser transformado.
Aqui vamos mencionar um resumo esquemático sobre nossa necessidade de transformação pelo quebrantamento do ego.
Evidente que este texto abaixo é uma menção adicional à história do povo no deserto, mas que resume de forma bem prática muitas das experiências pelas quais passamos no processo de formação do caráter de Cristo.
Portanto, não devemos nos assustar. Na medida em que caminharmos nas estações vamos vendo como o Senhor nos prepara para cada estação posterior até que Cristo seja formado em nós.
Esta menção só é feita para entendermos melhor o texto de Jeremias 48:11.
As Jornadas e Estações e o Quebrantamento do Ego
“Despreocupado esteve Moabe desde a sua mocidade, e tem repousado nas fezes de seu vinho; não foi mudado de vasilha para vasilha, nem foi para o cativeiro; por isto conservou o seu sabor e o seu aroma não se alterou.” Jr 48:11
Características Explicativas
1 – Moabe esteve despreocupado desde a sua mocidade, isto é, teve uma vida fácil, sem problemas e sem provas.
2- E tem repousado nas fezes do seu vinho, isto é o vinho permaneceu misturado com a borra, não foi separado dela.
3- Não foi mudado de vasilha para vasilha, isto é, não houve um processo de decantação, de filtrar impurezas.
4- Nem foi para o cativeiro, isto é, viveu em liberdade sem as restrições simbolizadas pelas vasilhas.
5- Por isto o seu sabor e seu aroma não se alteraram; o cheiro da borra permaneceu apegado ao vinho.
Significado destas Figuras
1- O Vinho: representa o cristão que precisa ser purificado da borra da vida do ego e livrado do seu sabor desagradável.
2- A Borra: é aquela parte da uva também chamada de fezes e que precisa se sedimentar no fundo da vasilha para a purificação do vinho.
3- O Cativeiro: aponta para as situações difíceis e é ilustrado pelas vasilhas onde o vinho é derramado e nos dá idéia de prisão, limitação.
4- As vasilhas: simbolizam as situações criadas pelo Senhor para nos livrar do domínio do ego. Cada prova é uma vasilha onde somos derramados e onde ficaremos até sermos livrados da borra do ego.
Este processo de purificação do vinho serve para ilustrar o método usado pelo Senhor para quebrar o nosso ego.
No momento seguinte à nossa justificação, o Senhor começa outra Obra em nós: a salvação de nossa alma.
Diversas são as passagens que manifestam a nossa necessidade de santificação mediante a escolha da cruz ou do ego.
Prova 01: Situações Esquisitas
6.1.1- Ilustração
- Representada por aquele tipo de garrafa cheia de sulcos, ângulos e dentes
- O vinho encontra grande dificuldade para se escoar por entre estas “reentrâncias”
- O vinho leva muito mais tempo para chegar ao fundo e se aquietar.
6.1.2- Teste para o cristão
O teste para o cristão é saber se ele está no lugar certo ou não. O ambiente não é confortável.
As circunstâncias e o ambiente são estranhos e tudo parece indicar ser outra a Vontade de Deus.
Ele quer obedecer ao Senhor, mas vê tantos obstáculos, tantos ângulos, dentes e sulcos na vasilha.
Ele se pergunta: será que Deus coloca um filho Seu nesta situação? Não estou perdendo meu tempo?
Todos os que estão por perto e conhecem os pormenores não hesitam em afirmar: este não é o seu lugar!
Diante deste conflito o cristão tem dificuldade em se aquietar nos braços do Senhor.
Referências Bíblicas
A prova de Felipe: do sucesso para a obscuridade – At 8:7-13
A prova de Jacó: Descer ao Egito – Gn 46:3-4
O resultado é que o vinho não será livrado da Borra da Desconfiança e do Medo.
Prova 02: Julgado pelas Aparências
6.2.1- Ilustração
- Representada por aquele tipo de garrafa de cor amarela, azul ou verde.
- O vinho tem a cor avermelhada, mas quando derramado nesta vasilha ele aparenta ter mudado de cor.
- Esta prova não tem nada a ver com o formato da vasilha, mas com a sua cor
6.2.2- Teste para o cristão
Sua natureza, sua cor não mudaram, mas não é isto o que os outros que estão de fora veem.
Esta vasilha representa as situações onde somos mal interpretados, somos julgados pela cor das circunstâncias.
A situação onde estamos parece indicar que nós mudamos, mas isto não é o real.
Debaixo de tal situação nossa tendência natural é apresentar argumentos intermináveis.
Queremos provar que a mudança é na vasilha, não no vinho. Tudo em vão.
Quanto mais nos explicamos, mais nos confundimos. Precisamos repousar sem qualquer movimento.
Enquanto houver esforço para provar que o problema está na cor da vasilha, não haverá alívio na situação.
Referência Bíblica
A prova do irmão Watchmann Nee: vivendo com outra mulher – Jo 7:24
Somente tomando a nossa cruz seremos livrados da Borra do Amor Próprio.
Prova 03: Falsa Acusação
6.3.1- Ilustração
- Prova dolorosa e difícil de ser aceita. Surge, via de regra, por causa de inveja, ciúme ou ódio – (Mt 5:11).
6.3.2- Teste para o cristão
Esta prova é um lugar terrível para o filho de Deus.
Por ser tão estranha ele grita, debate, esperneia e luta com todas as forças para provar sua inocência.
Como na figura do vinho ele encontra grande dificuldade em se aquietar para que a sedimentação aconteça.
Quando o Senhor permite que sejamos derramados nesta vasilha, Ele deseja nosso quebrantamento de alma.
O quebrantamento em José o habilitou a liberar o Amor de Deus a favor de seus irmãos.
José os perdoou, os recebeu, os protegeu e alimentou durante todos os anos de fome no Egito.
Só o quebrantamento do ego pode produzir isto em nós: “Não eu mais vivo, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2:20).
Referência Bíblica
A prova de José: acusado de abuso sexual – Gn 39: 7-20.
Nesta prova somos separados da Borra da Defesa Própria.
Prova 04: Vergonha Pública
6.4.1- Ilustração
- É um tipo de vasilha bem rasa e sem tampa. Deste modo os que estão fora podem contemplar o seu interior.
- O vinho fica exposto à crítica e ao julgamento dos que estão do lado de fora.
- Esta é a prova da vergonha pública e é também necessária para produzir o quebrantamento do ego.
6.4.2- Teste para o cristão
Pode ser que nós mesmos sejamos expostos publicamente e nossas fraquezas manifestadas a todos
Pode ser que pessoas ligadas a nós é que o sejam. Somos envolvidos indiretamente.
Não é o Senhor quem providencia tais situações, mas Ele as usa para nos quebrantar.
Temos aqui a experiência de Davi na experiência com Bate Seba (II Sm 11).
Temos também a experiência de Samuel. Ele, irrepreensível, mas seus filhos não. (I Sm 8:1-3).
Nosso papel nesta prova não é ficar nos martirizando com o que os outros estão pensando e falando de nós.
Referência Bíblica
Referências bíblicas citadas acima.
Nesta prova devemos ser livrados da Borra da Auto Justificação.
Prova 05: Sofrimento Longo e Silencioso
6.5.1- Ilustração
- Vasilha feita de barro e sem qualquer transparência. A luz não penetra nela e seu gargalo é muito apertado.
- Esta prova sucede aqueles que já possuem algum nível de maturidade espiritual.
- Deus o permite passar por situações esquisitas, onde não há luz, sentimento ou revelação.
- Esta prova produz a sensação de que todas as conquistas espirituais estão sendo perdidas.
- O poder, a graça e a comunhão com o Senhor parecem não estar mais presentes.
6.5.2- Teste para o cristão
Dentro de uma prova como esta o cristão tem grande dificuldade em repousar.
As trevas o incomodam muito e o temor é enorme. Ele sente que aquele ambiente estranho não lhe pertence.
O quadro fica ainda pior porque ele escuta as vozes, a música e a alegria do lado de fora, mas se sente isolado.
Na escuridão e no silêncio o cristão relembra do tempo quando desfrutava de tudo isto.
O cristão nesta circunstância anseia desesperadamente pelos tempos de outrora.
Referência Bíblica
- Livro de Jó
- A experiência da irmã Madame Guyon
Neste cativeiro somos livrados da Borra da Impaciência e da Murmuração.